Campanha:
Dia 12/05/2002, assistimos ao deprimente espetáculo apresentado pela
escuderia italiana Ferrari, ao impor que o brasileiro Rubens Barichello
permitisse a ultrapassagem de seu companheiro de equipe Michael Schumacher
nos últimos segundos do GP da Áustria, cedendo a este o primeiro lugar.
Deprimente a Ferrari, por ser a grande responsável.
Deprimente M. Schumacher, por passar o brasileiro.
Deprimente Rubens Barrichello, por aceitar tal imposição.
Deprimente a FIA, por permitir tamanha palhaçada.
Enfim, um espetáculo dantesco...
Não podemos ficar calados! Diante dessa pouca vergonha!
Por isso, quero fazer a minha parte e lanço aqui a campanha:
NÃO VOU COMPRAR UMA FERRARI !!!!
Faça sua parte você também, não comprando uma Ferrari e repassando essa
mensagem para todos os seus amigos.
Uma seleção daqueles e-mails que você recebe de amigos, colegas de trabalho, chefes, parentes, etc...
quarta-feira, maio 15, 2002
Jornal...
rtsp://realsao1.terra.com.br/jornaldalilian/2002/boletim2202e.rm
Gente, coloquem esse endereço no seu browser (precisa ter real player instalado), e coloquem la pelos 4:30 min, através da barra de rolamento. Vcs vao rir, pq isso é INUSITADO!!!
rtsp://realsao1.terra.com.br/jornaldalilian/2002/boletim2202e.rm
Gente, coloquem esse endereço no seu browser (precisa ter real player instalado), e coloquem la pelos 4:30 min, através da barra de rolamento. Vcs vao rir, pq isso é INUSITADO!!!
terça-feira, maio 14, 2002
Hoje navegando a esmo na net achei algo bem legal... um site que gera seu
nome viking e ainda traz uma breve descrição de sua personalidade hehehe
Bem que quiser conferir o link é
http://www.thequarter.org/Media/VikingName.php
nome viking e ainda traz uma breve descrição de sua personalidade hehehe
Bem que quiser conferir o link é
http://www.thequarter.org/Media/VikingName.php
Assunto: A morte de Roberto Marinho??
Dá para acreditar?????
Um alto diretor executivo da Rede Globo, recentemente afastado, revelou um fato surpreendente, que implicará mudanças radicais nos meios de comunicação de massa do país e, por extensão, em toda a sociedade: Roberto Marinho está morto desde outubro do ano passado. Segundo o ex-diretor, o dono da Vênus Platinada sofreu fortes dores no peito, foi levado às pressas para uma clínica da Zona Sul do Rio (a localização exata ainda é segredo), mas não resistiu. A cerimônia do enterro se deu de forma quase secreta no cemitério São João Batista, em Botafogo, estando presentes apenas a mulher, D. Lili Marinho, e os filhos. Consta que Roberto Marinho, 94 anos, foi sepultado no mausoléu dos imortais como Ricardo de Oliveira Malta, nome que, de fato, nunca passou pela ABL, mas a identificação pode ser feita pelas iniciais do primeiro e último nomes. Os herdeiros pretendem corrigir a inscrição tumular tão logo seja conveniente aos interesses empresariais da família. As aparições públicas de Roberto Marinho já haviam sido reduzidas, face a sua idade avançada. Alguns editoriais de "O Globo", embora levassem o seu nome, eram - assim como têm sido - escritos por outras pessoas, prática bastante comum no meio jornalístico. É de se espantar, no entanto, que sejam utilizados outros recursos para omitir o fato. No Jornal Nacional, na edição de 17 de março deste ano, foi divulgado que o jornalista esteve presente no jantar inaugural de um hospital patrocinado pela fundação Roberto Marinho. A gravação, de poucos segundos, é de 1998, e com uma observação mais apurada é possível notar que se passa no Real Gabinete Português de Leitura, localizado no Centro do Rio de Janeiro. O motivo pelo qual o falecimento de Roberto Marinho tem sido ocultado tem a ver com o momento delicado em que o Grupo Globo se encontra. A idéia da família é que, mantendo ativa a figura do patriarca, a autonomia do conglomerado não sofreria abalos no meio financeiro. Contudo, a ausência do principal nome da imprensa brasileira tem causado grandes desentendimentos administrativos (um dos quais acarretou a saída deste diretor), comprovados pela queda abrupta do índice de audiência da programação global observada no último ano, bem como vultosos prejuízos em outras empresas da holding. Para tapar o rombo da Globo Cabo, por exemplo, recorreu-se até ao BNDES, num esquema conhecido como "o Proer da Globo". Fato que, assim como o falecimento de Roberto Marinho, não foi e nem será veiculado por nenhum meio de comunicação controlado pelo grupo. Repasse este e-mail para quantos você achar que devem tomar conhecimento deste fato, que sem dúvida é importantíssimo para toda a sociedade, não necessariamente pelo falecimento de um indivíduo, mas pelos desdobramentos da omissão e manipulação de fatos a que somos expostos todos os dias.
Dá para acreditar?????
Um alto diretor executivo da Rede Globo, recentemente afastado, revelou um fato surpreendente, que implicará mudanças radicais nos meios de comunicação de massa do país e, por extensão, em toda a sociedade: Roberto Marinho está morto desde outubro do ano passado. Segundo o ex-diretor, o dono da Vênus Platinada sofreu fortes dores no peito, foi levado às pressas para uma clínica da Zona Sul do Rio (a localização exata ainda é segredo), mas não resistiu. A cerimônia do enterro se deu de forma quase secreta no cemitério São João Batista, em Botafogo, estando presentes apenas a mulher, D. Lili Marinho, e os filhos. Consta que Roberto Marinho, 94 anos, foi sepultado no mausoléu dos imortais como Ricardo de Oliveira Malta, nome que, de fato, nunca passou pela ABL, mas a identificação pode ser feita pelas iniciais do primeiro e último nomes. Os herdeiros pretendem corrigir a inscrição tumular tão logo seja conveniente aos interesses empresariais da família. As aparições públicas de Roberto Marinho já haviam sido reduzidas, face a sua idade avançada. Alguns editoriais de "O Globo", embora levassem o seu nome, eram - assim como têm sido - escritos por outras pessoas, prática bastante comum no meio jornalístico. É de se espantar, no entanto, que sejam utilizados outros recursos para omitir o fato. No Jornal Nacional, na edição de 17 de março deste ano, foi divulgado que o jornalista esteve presente no jantar inaugural de um hospital patrocinado pela fundação Roberto Marinho. A gravação, de poucos segundos, é de 1998, e com uma observação mais apurada é possível notar que se passa no Real Gabinete Português de Leitura, localizado no Centro do Rio de Janeiro. O motivo pelo qual o falecimento de Roberto Marinho tem sido ocultado tem a ver com o momento delicado em que o Grupo Globo se encontra. A idéia da família é que, mantendo ativa a figura do patriarca, a autonomia do conglomerado não sofreria abalos no meio financeiro. Contudo, a ausência do principal nome da imprensa brasileira tem causado grandes desentendimentos administrativos (um dos quais acarretou a saída deste diretor), comprovados pela queda abrupta do índice de audiência da programação global observada no último ano, bem como vultosos prejuízos em outras empresas da holding. Para tapar o rombo da Globo Cabo, por exemplo, recorreu-se até ao BNDES, num esquema conhecido como "o Proer da Globo". Fato que, assim como o falecimento de Roberto Marinho, não foi e nem será veiculado por nenhum meio de comunicação controlado pelo grupo. Repasse este e-mail para quantos você achar que devem tomar conhecimento deste fato, que sem dúvida é importantíssimo para toda a sociedade, não necessariamente pelo falecimento de um indivíduo, mas pelos desdobramentos da omissão e manipulação de fatos a que somos expostos todos os dias.
quarta-feira, maio 08, 2002
E-mail de 30 de abril.
Merece ser lida.
Afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos...
Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, CRISTOVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr. Cristovam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não
tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade. Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro os países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas
decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as Reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo
gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília,
Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares
dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência dos EUA tem defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir a escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!"
Ps.: ESTA MATÉRIA FOI PUBLICADA NO NEW YORK TIMES/ WASHINGTON POST TODAY E NOS MAIORES JORNAIS DA EUROPA E JAPÃO NO MÊS DE AGOSTO DE 2001.
NO BRASIL ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA. (????) POR ENQUANTO... PORQUE AGORA ESTAMOS PUBLICANDO POR NOSSA CONTA, QUEM PRECISA DELES SE TEMOS INTERNET E PATRIOTISMO....
Merece ser lida.
Afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos...
Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, CRISTOVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr. Cristovam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não
tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade. Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro os países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas
decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as Reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo
gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília,
Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares
dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência dos EUA tem defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir a escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!"
Ps.: ESTA MATÉRIA FOI PUBLICADA NO NEW YORK TIMES/ WASHINGTON POST TODAY E NOS MAIORES JORNAIS DA EUROPA E JAPÃO NO MÊS DE AGOSTO DE 2001.
NO BRASIL ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA. (????) POR ENQUANTO... PORQUE AGORA ESTAMOS PUBLICANDO POR NOSSA CONTA, QUEM PRECISA DELES SE TEMOS INTERNET E PATRIOTISMO....
sábado, maio 04, 2002
Olás!!!
Esse é o primeiro post do "Meu e-mail".
Acho que não preciso explicar mais que isso: vou postar aqui as coisas que eu recebo no meu e-mail.
É isso.
Esse é o primeiro post do "Meu e-mail".
Acho que não preciso explicar mais que isso: vou postar aqui as coisas que eu recebo no meu e-mail.
É isso.
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